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Vamos investir 300 mil euros em AI

27 de março de 2026

Porquê agora

Desde meados de 2025 que integramos AI no nosso processo de entrega. Mudou a forma como escrevemos código, o testamos e o entregamos. Mas a adoção na equipa é desigual. Nem todos tiveram oportunidade de ganhar fluência com estas ferramentas, e queremos mudar isso.

Também queremos dominar o que acontece por baixo — como pipelines de retrieval, pré-processamento e fine-tuning influenciam os resultados de que dependemos. Esse conhecimento é o que separa equipas que usam AI de equipas que conseguem construir com AI.

Este investimento ataca os dois pontos: adoção de ferramentas de AI por toda a equipa, e profundidade técnica para construir e treinar os nossos próprios modelos.

Todos os papéis, não só engenharia

Um MacBook com linhas de código no ecrã numa secretária
Adoção de AI em todos os papéis — developers, product owners, QA engineers e designers.

As ferramentas de AI não são só para developers. Queremos product owners, QA engineers e designers a trabalhar com AI diariamente — não como experiência, mas como parte da forma como entregamos.

Chamamos ao objetivo agentic engineering: a AI trata das tarefas repetitivas com supervisão humana, as pessoas focam-se em decisões e qualidade. Chegar lá exige formação, prática e tempo.

Perceber o que está por baixo

Duas estátuas clássicas com óculos de realidade virtual
Ir além das chamadas a APIs — perceber como modelos, dados e treino interagem.

Já trabalhámos com AI generativa e computer vision em múltiplos projetos — a consumir modelos pré-treinados através de serviços de terceiros. Funcionam bem para muitos problemas, mas queremos perceber porque funcionam e o que fazer quando não funcionam.

Este investimento financia tempo dedicado para construir esse conhecimento:

  • Fine-tuning de modelos fundacionais para domínios específicos
  • RAG (retrieval-augmented generation) — como o retrieval e o contexto influenciam as respostas do modelo
  • Treinar modelos pequenos para tarefas específicas e bem definidas
  • Computer vision — reconhecimento de objetos e comportamentos a partir de imagens e vídeo

O objetivo não é substituir serviços de terceiros. É saber o suficiente para tomar melhores decisões sobre quando os usar, quando os personalizar e quando construir de raiz.

Um projeto que vale a pena construir

Duas mãos a fazer o sinal de amizade em Língua Gestual Americana
Reconhecimento de linguagem gestual — usar computer vision para tornar a comunicação mais acessível.

Queremos usar computer vision para reconhecer linguagem gestual e traduzi-la para texto ou voz em tempo real. Soluções como esta existem em investigação, mas ainda não estão amplamente disponíveis. Queremos ajudar a mudar isso. Está na interseção entre computer vision, AI e a nossa convicção de que o software deve ter propósito.

O que esperamos disto

  • Os nossos engenheiros acompanham a mudança. A AI está a redefinir como se constrói software. Esta é uma das mudanças mais significativas que a nossa indústria já viu. Queremos a nossa equipa preparada para liderar esta transição, não para reagir a ela.
  • Construímos autoridade real em AI. Fine-tuning de modelos, sistemas de visão, agentes específicos para um domínio — queremos ser especialistas nestas áreas, não apenas consumidores de ferramentas de terceiros.

Se algo disto faz sentido com o que estão a trabalhar, ou se querem explorar como a AI pode encaixar na vossa entrega, falem connosco.